http://www.notadez.com.br/content/noticias.asp?id=87385
Lá veio o Contran exigindo carteira de habilitação dos usuários de bicicletas elétricas. Mesmo que você não pretenda possuir um carro ou moto, vai ter de submeter-se à mesma burocracia e custos que os motoristas poluidores. Só faltava terem exigido placa e vistoria de tais bicicletas — por enquanto, parece ainda não precisa por conta da isenção dos ciclomotores.
Já que a encheção de saco é a mesma, melhor comprar logo um carro bem velho, que custa o mesmo de uma bicicleta elétrica. Mais prático em caso de chuva, e pelo menos para ele haverá estradas (já que ciclovias não há). E as estradas saem de graça, já que carro velho não paga IPVA.
Já que a resolução do Contran deu-se ao trabalho de definir que um veículo ciclo-elétrico tem potência de no máximo 4kW (imagine o tamanho da bateria para um motor elétrico tão potente!), poderiam muito bem ter definido uma sub-categoria para bicicletas elétricas de baixa potência, que é o caso da maioria das bicicletas elétricas, que dão apenas um “empurrãozinho extra” para o ciclista, e não têm potência suficiente nem para sair da imobilidade.
Daqui a pouco vão pedir CNH de ciclistas profissionais, porque andam a mais de 40Km/h e com potência bem maior que a de uma bicicleta elétrica.
Fonte: Blog do EPx






